Características da Raça PINSCHER – Pequeno e Barulhento


O Pinscher é uma raça antiga, de origem alemã, conhecida desde 1836. Muito parecido com o Dobermann, a diferença principal entre ambos está no tamanho.

Sendo um cão de guarda, o Pinscher não perdeu suas características originais. Muito amigo e fiel, ter um Pinscher em casa é a garantia de um sono tranquilo. O Pinscher percebe movimentos na rua muito antes que os cães de outras raças comecem a se agitar para dar o alarme.

É uma raça de muita energia e adora brincadeiras. É preciso estar em forma para acompanhá-lo em suas atividades. Friorento, tolera bem o calor. É apegado ao dono e reconhecido a quem o acolhe e trata bem. Tolera outros animais, mas não é de muita conversa.

A partir da introdução da raça nos Estados Unidos, sua fama não parou de crescer. A raça chegou ao Brasil em 1937, no Rio de Janeiro.

Corpo curto, nem grande nem pequeno demais, cores preto e canela ou dourado. Geralmente pesa entre três e quatro quilos. É importante comprá-lo de um criador especializado, que mantenha o padrão da raça, pois existem cães muito pequenos, exageradamente pequenos, que são mutações genéticas condenáveis. São cães frágeis, principalmente com problemas ósseos.

O Pinscher não costuma latir exageradamente, fazendo isso apenas para dar o alarme. Cães histéricos não estão nos padrões normais da raça.

Vale a pena ter um Pinscher?

Nick, da raça Pinscher, é ótimo cão de guarda

As fêmeas são excelentes mães. A gestação dura de 59 a 62 dias e nascem de 1 a 5 filhotes. Quando a mãe tem muitos filhotes, precisa de ajuda para cuidar deles pois não dará conta de amamentá-los satisfatoriamente.

Pinscher é uma raça que vale a pena criar, pois têm bastante saúde e são amigos leais.

Tenho um Pinscher, o Nick (foto ao lado), que foi retirado das ruas. Dizem que pertencia a um casal que se separou e preferiu abandoná-lo, para que lutasse pela sua sobrevivência. Peguei-o muito doente, machucado por tanto brigar por alimento, que recolhia no lixo e na porta da loja de rações. Sendo pequeno, só conseguia se alimentar depois de muita briga com cães maiores. No início da nova vida era bastante desconfiado. Não aceitava qualquer alimento que lhe era oferecido com as mãos, pois era assim que tentavam pegá-lo quando vivia pelas ruas. Atualmente é o meu melhor amigo. Divide espaço com a Mel, que também foi retirada das ruas. Está sempre ao meu lado, onde quer que eu esteja. Agora mesmo, enquanto escrevo, está deitado junto aos meus pés.

Isso não tem preço!

 
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